Read Contabilidade, poesia 1996 - 2010 by valter hugo mãe Online

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A poesia de valter hugo mãe recolhida neste volume mostra quinze anos de oficina lírica que, na verdade, foi a grande escola do escritor. São onze títulos aqui incluídos que se revelam muito diferentes pela progressiva narratividade, acentuada nos trabalhos mais recentes, e pela intimidade, ou confessionalidade, que os seus versos começam a assumir. Entre uma ferocidade inA poesia de valter hugo mãe recolhida neste volume mostra quinze anos de oficina lírica que, na verdade, foi a grande escola do escritor. São onze títulos aqui incluídos que se revelam muito diferentes pela progressiva narratividade, acentuada nos trabalhos mais recentes, e pela intimidade, ou confessionalidade, que os seus versos começam a assumir. Entre uma ferocidade incondicional e uma vulnerabilidade profunda, a poesia deste autor passa por livros como: útero, pornografia erudita, a natureza revolucionária da felicidade, ou o mais recente título, o inimigo cá dentro....

Title : Contabilidade, poesia 1996 - 2010
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ISBN : 9789896720599
Format Type : Paperback
Number of Pages : 281 Pages
Status : Available For Download
Last checked : 21 Minutes ago!

Contabilidade, poesia 1996 - 2010 Reviews

  • Rosa Ramôa
    2018-09-22 02:06

    a dor de burroestou a plantar florinhas nascavidades dos olhos para não ver maisnada e perfumarestou a plantar florinhas e acorrer atrás das abelhas para que mequeiram o pólen, para que me queiram operfume, para que me queiram ocoração, para que me queiramcorro atrás das abelhas masdá-me a dor de burro e dá-me ador de corno, dá-me o sãocricalho e dá-me a desilusãoestou a plantar florinhas nas cavidades doscornos, nas aortas, nas gavetas dacozinha, nas abelhas mortas. seperfumar o mundo, penso agora, aindame tornarei belo e poderei casar, quem sabeme queiram os filhos e me digam ondeestá a felicidade que perdi, quem sabe mequeiram o pólen, o coração ou arrancarpelo pé e abraçar num ramo

  • carpe librorum :)
    2018-10-07 06:21

    Segunda vez que peguei neste livro, da primeira vez entreguei-o na biblioteca sem ler, tal como A Máquina de Fazer Espanhóis. Mas como dei uma segunda oportunidade a este último e não me arrependi, resolvi dar também a este, especialmente depois de ter lido O Remorso de Baltazar Serapião e detestado. Não sei por que insisto, talvez por ter gostado bastante de são salvador do mundo e do artigo da Granta Portugal 1: Eu, a verdade é que a poesia deste autor não me disse grande coisa e por vezes irrita-me. Muita perturbação naquela cabeça. Talvez sofra de sociopatia...

  • eliana
    2018-09-30 02:17

    "existe uma arritmia ténueno coração de quem perdeuo amor de outrem, um coraçãoténue que se sobrepõe ao quejá se tem"